Beattriz Simas

Sou a incerteza, fico em dúvida entre rosa e lilás, ir ou não ir, ficar ou vir, falar ou agir, pensar bem ou deixar por mim. Brigo comigo mesma e com a comida que ama me engordar, falo sozinha, dou risada do nada, falo do nada, calo por nada. É sou louca mesmo. Odeio sopa. Gosto quando as pessoas se tornam especiais para mim, não gosto quando elas me abandonam. Sou extremamente vingativa. Minhas mãos são gélidas, meus pés estão frios. Simpatizo com o amor, só simpatizo.
Só nos ensinam a ir atrás, vencer e persistir, essas coisas. Nunca dizem que, pontualmente, desistir pode ser uma atitude bem esperta.

— Gabito Nunes. (via 10reais)

(Source: c-a-n-a-r-i-o)


Chorar um pouco
faz bem ao coração
lava a alma do sufoco
de amar sem razão

Elisa Bartlett.   (via aprendizdepoeta)

(Source: oxigenio-dapalavra)


 6773
18 May 13 at 4 pm
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via 10reais (originally amim)
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

— Martha Medeiros  (via 10reais)

(Source: amim)



(Source: floresinexatas)


(Source: reinotragico)


Nunca fui bom em me declarar, ai inventei de pegar uma música que me lembrava ela e falei “Toma, ouve aí”. Ela ouviu, amou, decorou, ouviu de novo e nem se deu conta que a letra dizia exatamente tudo o que eu estava sentindo. O pior nem foi isso, o pior foi ela ter pego a música e dito “Toma, ouve aí” para outro. Isso não doeu, isso me matou.

Eu tentando ser romântico, e ela fodendo com meu romantismo.  (via c-lorinda)

(Source: sociedadedospoetasmortos.com)


 2013
17 May 13 at 8 pm
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via aveludar (originally callkin)


Consertada. No lugar. De volta a realidade. Defina como você bem entender, mas é assim que eu me sinto. Não há mais espaço para lamentar um amor que não deu certo. Não tenho mais lágrimas para derramar no meio da noite, tudo isso acabou, perdeu a graça para mim. Cara, eu amadureci com isso tudo. Eu era ingênua, via o amor com outros olhos, mal conseguia acreditar quando alguém me dizia que estava apaixonado, mas aí eu me apaixonei também e mudou tudo. Talvez eu me arrependa de ter olhado para você e imaginado que poderíamos viver algo intenso, juntos. Talvez eu me arrependa de ter dado mais à você do que a qualquer outro. Talvez eu queira gritar na sua cara o quanto você foi idiota e maldoso ao quebrar o meu coração. Mas na verdade, eu ainda prefiro engolir tudo e guardar só para mim, num lugar onde eu sei que você nunca chegará. Não mudaria nada dizer que me magoou, não é? Isso não faria você se arrepender, muito menos faria com que você quisesse consertar as coisas. Então é isso, eu deixei para trás, mesmo que tenha machucado, me destroçado, eu preferi esquecer tudo, inclusive o que eu sentia por você. Antigamente, a mínima hipótese de pensar em te esquecer apertava o meu coração, às vezes parecia que eu só queria estar ligada de qualquer maneira à você, sem me importar com a dor que isso me traria. Mas hoje não, eu sinceramente não me sinto mais como antes. Claro que olhar para você ainda desencadeia reações em mim, mas eu não sinto mais o anseio de te tocar, de colar os meus lábios nos seus, tudo o que eu sinto é vontade de fugir dos seus olhos, talvez por medo de deixar transparecer o quanto ainda estou vulnerável, eu não sei, só sei que é preciso seguir etapas, e por mais que eu ainda esteja apenas no começo de um longo caminho para te apagar completamente da minha vida, eu sei que vou conseguir, e sabe por que? Porque de fato eu nunca quis deixar de te amar, mas agora eu não apenas quero, como também vejo isso como uma necessidade.

Lição número um: desapegar. b-reakless   (via b-reakless)


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